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Simulador Tabela SAC - Calcule Parcelas Decrescentes

Calcule as parcelas do seu financiamento pelo sistema SAC, onde a amortização é constante e as parcelas diminuem ao longo do tempo.

Simulador Tabela SAC

Calcule as parcelas decrescentes do financiamento pelo Sistema de Amortização Constante

O que é o Sistema de Amortização Constante (SAC)?

O Sistema de Amortização Constante, conhecido como SAC, é o método de amortização mais utilizado em financiamentos imobiliários no Brasil. Nesse sistema, o valor da amortização — a parcela que efetivamente reduz a dívida — permanece fixo durante todo o período do financiamento. Os juros, por sua vez, são calculados sobre o saldo devedor remanescente, que diminui a cada mês.

Como resultado, as parcelas iniciais são mais altas e vão se reduzindo progressivamente ao longo dos anos. A primeira parcela do financiamento é a maior, e a última é a menor. Essa característica torna o SAC especialmente vantajoso para quem tem capacidade financeira de arcar com parcelas maiores no início do contrato.

Como Funciona o Cálculo no SAC?

O cálculo é simples e transparente. A amortização mensal é obtida dividindo o valor financiado pelo número de meses do prazo. A cada mês, os juros são calculados multiplicando o saldo devedor pela taxa de juros mensal. A parcela do mês é a soma da amortização fixa com os juros daquele período.

Por exemplo, em um financiamento de R$ 400.000,00 em 360 meses, a amortização mensal será de R$ 1.111,11. No primeiro mês, com uma taxa de 10,49% ao ano (aproximadamente 0,83% ao mês), os juros seriam cerca de R$ 3.320,00, gerando uma parcela inicial de aproximadamente R$ 4.431,00. No último mês, os juros seriam próximos de R$ 9,00, resultando em uma parcela final em torno de R$ 1.120,00.

SAC vs Tabela Price: Qual Escolher?

A principal diferença entre SAC e Price está na distribuição dos pagamentos ao longo do tempo. No SAC, as parcelas começam maiores e diminuem; na Price, as parcelas são fixas. O custo total de juros no SAC é sempre menor do que na Price para o mesmo financiamento, porque o saldo devedor é reduzido mais rapidamente.

A escolha depende do perfil financeiro do comprador. Se você consegue arcar com parcelas maiores no início, o SAC é mais econômico. Se precisa de parcelas menores e previsíveis, a Tabela Price pode ser mais adequada. A maioria dos bancos brasileiros oferece ambas as opções, e o SAC é o mais utilizado nos financiamentos pela Caixa Econômica Federal.

Dicas para seu Financiamento no SAC

  • Lembre-se de que a primeira parcela será a maior — planeje seu orçamento considerando esse valor.
  • À medida que as parcelas diminuem, você pode utilizar a diferença para amortizar o saldo devedor antecipadamente.
  • Considere utilizar o FGTS para amortização extraordinária, reduzindo ainda mais o prazo ou o valor das parcelas.
  • Compare as taxas de juros entre diferentes bancos antes de fechar o contrato — pequenas diferenças na taxa geram grande impacto ao longo de 20 ou 30 anos.

Exemplos prontos

  • Apartamento padrão SFH:
    Imóvel R$ 400.000, entrada R$ 80.000, 360 meses, 10,49% a.a.
    Cenário típico de financiamento SFH pela Caixa para primeiro imóvel urbano.
  • Imóvel MCMV faixa 3:
    Imóvel R$ 250.000, entrada R$ 50.000, 360 meses, 8,16% a.a.
    Simulação para enquadramento no programa Minha Casa Minha Vida com subsídio.
  • Financiamento curto com entrada alta:
    Imóvel R$ 600.000, entrada R$ 300.000, 180 meses, 11,49% a.a.
    Perfil com reserva alta que quer quitar em 15 anos e reduzir juros totais.
  • Alto padrão SFI:
    Imóvel R$ 1.500.000, entrada R$ 450.000, 360 meses, 12,00% a.a.
    Fora do teto SFH, usando Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) para imóveis altos.
  • Refinanciamento com 50% de entrada:
    Imóvel R$ 350.000, entrada R$ 175.000, 240 meses, 9,99% a.a.
    Entrada alta reduz o comprometimento mensal mesmo com parcelas decrescentes.